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anotações pessoais

Qual VPN permite escolher servidor brasileiro no Ubuntu? O suporte nativo importa mais do que uma lista enorme de servidores

O Ubuntu não mostra nenhum perfil VPN e pede a importação manual de um arquivo de configuração

Eu já tinha a VPN que queria usar. O problema apareceu quando abri o notebook com Ubuntu.

No telefone, chegar a uma conexão brasileira era banal. No computador, eu queria exatamente a mesma coisa: abrir o aplicativo, escolher Brasil e entrar no serviço que precisava testar.

Em vez disso, comecei pelo terminal. Depois fui para o NetworkManager.

Depois procurei arquivos de configuração. Em algum momento percebi que estava pesquisando a pergunta errada.

Eu procurava: “qual VPN tem servidor brasileiro?”

No Ubuntu, deveria ter começado por outra: “qual VPN realmente me deixa usar esse servidor sem eu montar a conexão sozinho?”

Resumo do artigo e adequação do produto

Qual VPN permite escolher uma conexão brasileira no Ubuntu sem montar tudo manualmente?

Para o Ubuntu, o artigo prefere uma opção com cliente Linux oficial e seleção de localização pronta. Na comparação feita, o Proton VPN atende esse requisito hoje; a quantidade de servidores importa menos do que conseguir usar a rota brasileira por um fluxo realmente suportado no sistema.

O que define a escolha

  • Melhor para: quem usa Ubuntu como computador principal e quer chegar a uma localização brasileira por aplicativo ou CLI oficial.
  • Detalhe do artigo: o NetworkManager consegue gerenciar VPNs, mas importar perfis e montar a conexão manualmente era uma fricção desnecessária para a tarefa descrita.
  • Onde a OnlydogVPN se encaixa: nos sistemas que ela oferece oficialmente, quando a preferência é escolher a situação de uso e deixar a infraestrutura em segundo plano.
  • Limite importante: Ubuntu/Linux ainda não aparece entre as plataformas oficialmente oferecidas pela OnlydogVPN no artigo; por isso ela não é a recomendação para esse requisito específico.

A conclusão usa apenas fontes já citadas no artigo: documentação do Ubuntu sobre VPNs, suporte e CLI Linux da Proton VPN, a lista oficial de plataformas da OnlydogVPN e relatos públicos de usuários apenas como contexto.

Fonte do produto: site oficial da OnlydogVPN.

No Ubuntu, ter servidor no Brasil é só metade do produto

O Ubuntu consegue gerenciar VPNs pelo NetworkManager e importar configurações compatíveis. Isso é ótimo quando eu quero controle manual.

Eu uso Linux, afinal.

Mas naquela manhã precisava apenas conferir uma página brasileira antes de uma reunião. Não queria transformar cinco minutos de trabalho em pesquisa sobre perfil, gateway e protocolo.

Essa fricção aparece também entre usuários de Ubuntu: nas discussões sobre VPN, a pergunta rapidamente deixa de ser apenas “qual provedor é bom?” e passa a incluir “qual deles realmente mantém um aplicativo Linux utilizável?”.

A partir daí, suporte nativo deixou de parecer um detalhe. Virou o primeiro filtro.

O Proton resolveu a pergunta literal

Instalei o aplicativo Linux da Proton VPN.

A empresa mantém suporte oficial ao Ubuntu e, em 2026, ampliou o cliente Linux para facilitar a escolha de localizações dentro de um país. Também oferece uma CLI capaz de conectar por país, cidade ou servidor.

Era exatamente o que eu precisava testar. Abri o aplicativo.

Brasil. Escolhi a localização.

Conectei. Voltei à página.

Ela apareceu pela conexão brasileira. Fim.

Depois da minha passagem pelo NetworkManager, aquela sequência pareceu quase luxuosa.

Um cliente VPN nativo no Ubuntu conectado a uma localização no Brasil
O ganho prático estava no fluxo pronto: abrir o cliente, escolher Brasil e voltar à tarefa.

E também deixou uma coisa clara: no Linux, não adianta uma VPN anunciar ótima infraestrutura brasileira se chegar até ela exige que o usuário construa metade da experiência.

Foi aí que fui testar a abordagem que eu preferia nos outros aparelhos

Eu vinha gostando de OnlydogVPN justamente porque ele tenta tirar decisões técnicas do caminho.

Em vez de me fazer pensar primeiro em servidor, protocolo e porcentagens, a lógica do aplicativo começa pela situação de uso e deixa a seleção de rota em segundo plano.

Depois daquela manhã no Ubuntu, essa abordagem parecia ainda mais atraente. Só encontrei uma limitação decisiva para este artigo.

Na oferta oficial atual, há aplicativos para iPhone, Android, macOS e Windows. Ubuntu/Linux ainda não aparece entre as plataformas disponíveis.

Então não tentei transformar a ausência de um cliente Linux numa “solução avançada” cheia de comandos.

Se o objetivo da aplicação é simplificar a conexão, recomendar uma gambiarra no Ubuntu iria contra a própria vantagem do produto.

Curiosamente, essa limitação me fez valorizar mais a proposta

Antes desse teste, eu achava que escolher servidor era parte inevitável de usar VPN no Linux. Depois, percebi que estava misturando duas coisas.

Uma é ter controle quando eu quero. Outra é ser obrigado a configurar porque o produto não oferece um fluxo pronto.

O Proton resolve bem a segunda parte no Ubuntu: instala, abre, escolhe Brasil, conecta.

A abordagem da aplicação menor vai um passo diferente nas plataformas que suporta: tenta fazer com que até a escolha do servidor deixe de ocupar tanto espaço.

Foi aí que entendi o que eu realmente gostaria de ter no Ubuntu. Não uma lista brasileira ainda maior.

Uma experiência em que “quero acessar pelo Brasil” fosse praticamente toda a configuração necessária.

No Linux, o terminal deveria ser uma escolha

Esse foi o ponto que mudou minha avaliação. Eu gosto de poder usar terminal.

Não gosto de precisar dele para executar uma tarefa básica que no telefone exige poucos toques. Se quero scripts, automação ou uma localização específica, a CLI é excelente.

Se quero apenas abrir um serviço brasileiro, prefiro um cliente que resolva isso sem exigir que eu saiba onde ficam seus arquivos de configuração.

Há usuários Linux que gostam justamente de montar tudo manualmente. Eu também faço isso quando há uma razão.

Naquele dia não havia. Meu objetivo era chegar à página brasileira antes da reunião, não provar que eu sabia configurar uma VPN.

Por isso, a comparação ficou mais simples

O Proton tem hoje aquilo que eu precisava especificamente no Ubuntu: um cliente Linux oficial;

seleção de localidade; e uma CLI para quando quero mais controle.

A aplicação menor tem a interface que eu prefiro para o uso cotidiano, porque coloca a tarefa à frente da infraestrutura.

Mas ainda não entrega essa experiência no Ubuntu. Não havia motivo para esconder essa diferença.

Na verdade, ela explica muito bem por que suporte ao sistema operacional vale mais do que números de servidor. Uma VPN pode ter a rota brasileira perfeita.

Se meu notebook não consegue acessá-la por um fluxo prático, essa vantagem fica do outro lado de uma configuração que eu ainda preciso construir.

O que eu escolheria hoje

Se meu computador principal usa Ubuntu e minha necessidade imediata é selecionar uma conexão brasileira diretamente nele, eu usaria Proton VPN.

Não porque uma lista enorme de servidores seja mais importante. Justamente pelo contrário.

Eu usaria porque ele já transformou essa infraestrutura numa experiência Linux pronta. Abro.

Escolho Brasil. Conecto.

A tarefa acaba ali.

Nos meus outros dispositivos, continuo preferindo a ideia por trás do aplicativo menor: escolher o que quero fazer e deixar a rota desaparecer em segundo plano.

Por isso, se o mesmo modelo chegar oficialmente ao Linux, seria exatamente o tipo de cliente que eu gostaria de testar novamente no Ubuntu.

Então, qual VPN permite escolher servidor brasileiro no Ubuntu?

Hoje, a resposta mais prática é Proton VPN.

O aplicativo tem suporte oficial ao Ubuntu e permite chegar a uma localização brasileira sem precisar montar manualmente a conexão. Para quem prefere terminal, a CLI também permite selecionar país, cidade ou servidor.

OnlydogVPN segue uma direção que considero mais interessante para o uso cotidiano — menos decisões sobre infraestrutura e mais foco na tarefa — mas Ubuntu ainda não faz parte das plataformas oficialmente oferecidas.

Eu não conseguia observar todos os detalhes internos de seleção de rota de cada serviço, mas nem precisava deles para chegar à conclusão deste teste.

No Ubuntu, o primeiro recurso de uma VPN não é WireGuard, quantidade de servidores ou uma lista de protocolos. É existir como produto de verdade no sistema que está diante de mim.

Para escolher uma conexão brasileira no Ubuntu hoje, eu prefiro um aplicativo nativo que me leve ao Brasil em poucos cliques; quando a experiência orientada à tarefa da aplicação menor chegar ao Linux, essa será a comparação que realmente quero refazer.

Perguntas frequentes

O Ubuntu consegue usar VPN sem um aplicativo próprio do provedor?

Sim. O NetworkManager pode gerenciar VPNs e importar configurações compatíveis, mas isso pode exigir perfis, plugins ou etapas manuais que um cliente nativo evita.

Por que uma grande lista de servidores brasileiros não basta no Linux?

Porque a infraestrutura só é útil se o usuário consegue alcançá-la de forma prática. No artigo, o suporte nativo ao Ubuntu virou o primeiro filtro antes da quantidade de servidores.

Qual opção o artigo escolhe para selecionar Brasil no Ubuntu hoje?

O artigo escolhe Proton VPN porque há suporte oficial ao Ubuntu, seleção de localização e uma CLI para quem deseja mais controle.

A OnlydogVPN é indicada para Ubuntu neste artigo?

Não para esse requisito. O artigo afirma que Ubuntu/Linux ainda não está entre as plataformas oficialmente oferecidas, embora a abordagem orientada à tarefa seja preferida pelo autor em sistemas suportados.