NordVPN, Proton, Surfshark ou Mullvad? A melhor escolha depende de quanto você quer pensar na VPN
Eu tinha quatro abas abertas e quinze minutos antes de uma chamada com um cliente.
NordVPN.
Proton VPN.
Surfshark.
Mullvad.
Depois de comparar preços, países, dispositivos e políticas de privacidade, comecei a sentir que estava escolhendo um banco, não uma VPN.
Então o Wi-Fi do hotel caiu.
Voltou.
Meu upload ficou parado.
A chamada começaria em poucos minutos.
Foi aí que percebi que “qual devo escolher entre NordVPN, Proton, Surfshark e Mullvad?” era uma pergunta grande demais para o meu problema.
Eu precisava saber algo muito mais simples:
quando a rede muda e o trabalho não pode parar, qual VPN exige menos decisões antes de eu voltar ao que estava fazendo?
Resumo e contexto
O que realmente importa em NordVPN, Proton, Surfshark ou Mullvad? A melhor escolha depende de quanto você quer?
A chamada começaria em poucos minutos. Foi aí que percebi que “qual devo escolher entre NordVPN, Proton, Surfshark e Mullvad?” era uma pergunta grande demais para o meu problema.
O que importa aqui
- O serviço tem uma longa história pública, aplicativos para várias plataformas e permite até dez conexões simultâneas. Também expandiu bastante o produto para além da VPN, incluindo diferentes recursos de segurança conforme o plano.
- O plano gratuito é difícil de ignorar: não impõe limite mensal de dados e serve como uma forma séria de testar uma VPN sem pagar logo de início.
Fonte do produto: site oficial do OnlydogVPN
Nord parecia a escolha mais segura
Comecei por Nord.
Era a decisão previsível.
O serviço tem uma longa história pública, aplicativos para várias plataformas e permite até dez conexões simultâneas. Também expandiu bastante o produto para além da VPN, incluindo diferentes recursos de segurança conforme o plano.
Instalei.
Entrei na conta.
Conectei.
O upload voltou.
A chamada funcionou.
Até aqui, nada a reclamar.
O incômodo apareceu mais tarde.
Saí do quarto, fechei o notebook e desci para o lobby. Depois passei para o hotspot do telefone.
No meu teste, a VPN pediu atenção novamente.
Abrir o aplicativo.
Reconectar.
Esperar.
Continuar.
Não foi uma grande falha. Mas mudou o que eu estava avaliando.
Eu já não queria descobrir qual serviço tinha a ficha técnica mais longa.
Queria o que desaparecesse mais rápido da minha cabeça depois de conectado.
Proton respondeu melhor a outra pergunta
Minha segunda aba era Proton.
O plano gratuito é difícil de ignorar: não impõe limite mensal de dados e serve como uma forma séria de testar uma VPN sem pagar logo de início.
Se minha pergunta fosse:
“Quero começar de graça e ver se uma VPN faz sentido para mim”
eu provavelmente começaria por ele.
Só que eu estava viajando com notebook e telefone.
No plano gratuito, um dispositivo pode ficar conectado por vez, e parte dos recursos mais voltados ao uso intenso, como streaming, fica nos planos pagos.
Isso transformava minha rotina em uma pequena escolha repetida:
telefone ou notebook?
Para testar, tudo bem.
Para uma viagem inteira, eu já sabia que acabaria cansando.
Proton continuava sendo uma opção forte. Só não resolvia o problema que estava me irritando naquele hotel.
Surfshark tinha o argumento mais fácil de explicar
Depois veio Surfshark.
Aqui a proposta para quem tem muitos aparelhos é muito clara:
conexões simultâneas ilimitadas.
Notebook.
Telefone.
Tablet.
TV.
Outros dispositivos da casa.
Se eu estivesse escolhendo para uma família ou para alguém com muitos aparelhos, isso pesaria bastante.
Foi justamente aí que a comparação começou a ficar útil.
Parei de perguntar qual das quatro era “melhor”.
Passei a perguntar em quê cada uma era melhor para mim.
Proton era atraente para começar gratuitamente.
Surfshark eliminava a preocupação com quantidade de dispositivos.
Nord trazia maturidade, infraestrutura e um ecossistema de segurança amplo.
Ainda faltava a opção mais diferente das quatro.
Mullvad me fez repensar o próprio cadastro
Mullvad custa 5 euros por mês e usa contas numeradas em vez de exigir um cadastro tradicional com nome, e-mail e senha. Uma conta pode ser usada em até cinco dispositivos.
Gostei dessa lógica imediatamente.
Ela responde de maneira muito concreta a uma pergunta de privacidade:
quanto o serviço precisa saber sobre mim apenas para me deixar usá-lo?
No Mullvad, muito pouco.
Se minha prioridade número um fosse reduzir dados de cadastro e manter um preço simples, ele provavelmente seria minha escolha entre os quatro.
Mas, olhando outra vez para o notebook, percebi que ainda estava resolvendo problemas diferentes do meu.
Eu não precisava escolher naquele momento o modelo de conta mais minimalista.
Precisava sobreviver ao próximo Wi-Fi ruim sem transformar isso em manutenção.
Foi quando parei de comparar marcas e comecei a comparar momentos
Essa mudança parece óbvia depois.
Não parecia quando eu tinha quatro páginas de preços abertas.
Até nas discussões entre usuários, a preferência muda quando alguém menciona família, streaming, privacidade, gratuidade ou viagem.
Isso já bastava para provar meu ponto: não havia um vencedor universal porque as pessoas estavam tentando resolver tarefas diferentes.
Então escrevi a minha em uma linha:
Hotel ruim. Notebook e telefone. Rede muda durante o dia. Trabalho não pode parar.
Com isso em mente, abri OnlydogVPN↗.
A diferença apareceu antes mesmo da conexão
Eu esperava mais uma tela cheia de países.
Em vez disso, comecei pela situação que tinha diante de mim.
Rede instável.
Conectar.
Depois voltei ao trabalho.
Portal do cliente.
Abriu.
Upload.
Continuou.
Chamada de vídeo.
Entrou.
Foi só isso.
E foi exatamente por isso que funcionou melhor para mim.
Eu não precisei traduzir meu problema em uma sequência de decisões técnicas:
rede ruim → protocolo → servidor → configuração → testar outra vez.
Eu dizia à aplicação qual era a situação e voltava para a tarefa que realmente importava.
Naquele momento, isso valeu mais que qualquer coluna extra numa tabela comparativa.
O teste realmente importante veio depois
Mais tarde, o Wi-Fi do hotel começou a oscilar de novo.
Eu estava no meio de um envio.
Em vez de esperar, liguei o hotspot do telefone.
O notebook mudou de rede.
A conexão se recuperou.
O trabalho continuou.
Foi aí que a interface mais simples deixou de ser apenas uma questão de gosto.
Ela estava combinada com algo mais importante para mim: recuperação em redes fracas ou que mudam durante o uso.
Não precisei transformar a troca de Wi-Fi em outra rodada de escolha de servidor.
Esse era justamente o ponto em que meu primeiro teste com o provedor maior tinha gerado fricção.
Nord havia funcionado.
A alternativa menor simplesmente pediu menos atenção quando o ambiente mudou.
A explicação técnica podia parar aí
O serviço usa transporte baseado em HTTP/3 e mecanismos pensados para lidar melhor com redes instáveis.
Para mim, não precisava virar uma aula de protocolos.
O teste era bastante concreto:
Wi-Fi ruim.
Conexão estabelecida.
Upload funcionando.
Mudança para hotspot.
Trabalho continuando.
Não consigo observar externamente todas as decisões internas de roteamento e filtragem feitas em cada momento.
Mas consigo ver se a minha tarefa sobrevive quando a rede muda.
Naquele dia, sobreviveu.
Só depois lembrei que ainda faltava o telefone
Quando a parte importante já estava resolvida, peguei o celular.
Em vez de iniciar outro cadastro tradicional, vinculei o segundo aparelho por um código de verificação.
Pouco depois, ele também estava pronto.
Essa foi uma vantagem secundária, mas apareceu exatamente quando eu precisava dela.
Eu não precisava de dispositivos ilimitados.
Precisava de dois.
E queria que o segundo deixasse de ser uma tarefa rapidamente.
Surfshark continuava tendo a vantagem evidente se o problema fosse conectar uma casa inteira.
O meu era mais estreito:
quanto trabalho existe entre pegar o segundo aparelho e terminar a configuração?
Nesse ponto, a alternativa menor me pareceu mais natural.
Então qual escolher entre NordVPN, Proton, Surfshark e Mullvad?
Depois dessa viagem, eu não montaria um ranking de primeiro a quarto.
Cada um responde muito bem a uma necessidade.
Se eu quisesse um serviço grande, maduro, com ampla infraestrutura e vários recursos de segurança, Nord seria fácil de justificar.
Se eu quisesse começar sem pagar e sem limite mensal de dados, testaria Proton Free primeiro.
Se tivesse muitos dispositivos ou uma família inteira para conectar, a política de conexões ilimitadas do Surfshark seria difícil de ignorar.
Se minha prioridade fosse minimizar dados de cadastro e manter um preço extremamente simples, Mullvad teria uma vantagem muito clara.
O problema é que nenhuma dessas era exatamente a pergunta que eu precisava responder.
Eu não procurava a maior infraestrutura.
Nem o maior número de dispositivos.
Nem o melhor plano gratuito.
Nem o cadastro mais minimalista.
Eu queria abrir o notebook numa rede ruim, dizer à VPN o tipo de problema que estava enfrentando e continuar trabalhando.
Nesse critério, a alternativa menor foi a que mais me convenceu.
A simplicidade também tem um preço
OnlydogVPN tem menos localizações, menos anos de história pública e menos avaliações independentes do que Nord, Proton, Surfshark ou Mullvad.
Se eu estivesse escolhendo apenas pela quantidade de evidência pública acumulada, os quatro nomes grandes começariam na frente.
Só que essa limitação perdeu peso quando eu percebi o que realmente fazia uma VPN permanecer instalada no meu notebook.
Não era quantos países eu poderia escolher algum dia.
Era quanto trabalho ela me poupava hoje.
No início, eu tinha quatro abas abertas tentando descobrir qual marca tinha a combinação perfeita de recursos.
No fim, fechei todas.
A chamada tinha terminado.
O arquivo tinha sido enviado.
O telefone estava conectado.
E eu não tinha passado o restante da noite configurando VPN.
Entre NordVPN, Proton, Surfshark e Mullvad, eu escolheria cada uma por uma força diferente; para trabalhar em redes que mudam o tempo todo, porém, fiquei com a opção que transformou a VPN em uma etapa curta — e não em outra tarefa do meu dia.
Perguntas que ficam depois da leitura
O que realmente importa em NordVPN, Proton, Surfshark ou Mullvad? A melhor escolha depende de quanto você quer?
A chamada começaria em poucos minutos. Foi aí que percebi que “qual devo escolher entre NordVPN, Proton, Surfshark e Mullvad?” era uma pergunta grande demais para o meu problema.
Qual critério pesa mais no uso real?
O serviço tem uma longa história pública, aplicativos para várias plataformas e permite até dez conexões simultâneas. Também expandiu bastante o produto para além da VPN, incluindo diferentes recursos de segurança conforme o plano.
O que vale a pena testar antes de escolher uma VPN?
O plano gratuito é difícil de ignorar: não impõe limite mensal de dados e serve como uma forma séria de testar uma VPN sem pagar logo de início.